Direitos, liberdades e garantias

Uma auditoria à violação do segredo de justiça, apresenta na última semana pela Procuradoria-Geral da República, sugere escutas e buscas domiciliárias a órgãos de comunicação social e jornalistas que dêem provimento a fugas de informação, prevendo-se, ainda, a suspensão da actividade como medida de penalização prevista.

Uma das (muitas) vozes que criticaram o documento, da autoria do procurador João Rato, pertence ao director do Diário de Notícias, João Marcelino, que dissertou sobre o tema em editorial.

«Quem leia este documento tem todo o direito a pensar que os jornalistas costumam assaltar os tribunais pela calada da noite, roubando documentos – e deve ser assim que costumam obter o dia, local e hora em que determinado cidadão vai ser detido e, por acusado, transportado para inquérito…»

Disponível em: O “segredo de justiça”

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