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Pingo Doce desinveste e troca TV por rádio

Semanário Expresso, edição de 1 de Fevereiro, caderno de Economia, página 22

Semanário Expresso, edição de 1 de Fevereiro, caderno de Economia, página 22

Depois de vários anos a investir em campanhas publicitárias agressivas, nomeadamente nos canais televisivos, a Jerónimo Martins (JM) alterou a sua estratégia comercial e desinvestiu consideravelmente. Tanto que, actualmente, já nem consta do top 10 dos anunciantes (ver gráfico), anuncia a Carat.

Durante todo o ano de 2013 o grupo detentor da cadeira de supermercados Pingo Doce só (!) investiu 10 milhões de euros, significativamente menos que os outros competidores do mercado: Continente (líder destacado da tabela de investimento publicitário), Lidl e Minipreço.

A tendência de desinvestimento publicitário do Pingo Doce acentuou-se, sobretudo, em 2012, quando o seu orçamento para publicidade foi reduzido para metade (. No ano seguinte seguiu-se um corte ainda mais significativo, agora na ordem dos 75%.

Curioso é, também, perceber que, depois de cinco anos a canalizar grande parte da sua fatia orçamental para a TV, em 2013 apenas 6,5% foram investidos neste canal, verificando-se, agora, uma grande aposta na rádio, responsável por quase três terços da aposta da Jerónimo Martins.

Portugueses adeptos do mobile

Semanário Expresso, edição de 1 de Fevereiro de 2014, página 02

Semanário Expresso, edição de 1 de Fevereiro de 2014, página 02

Semanário Expresso, edição de 1 de Fevereiro de 2014, página 02

Semanário Expresso, edição de 1 de Fevereiro de 2014, página 02

Semanário Expresso, edição de 1 de Fevereiro de 2014, página 02

Semanário Expresso, edição de 1 de Fevereiro de 2014, página 02

Os portugueses continuam a aderir bem às plataformas comunicação móveis. Tanto que nos últimos três meses de 2013 venderam-se, em Portugal, mais de 615 mil smartphones e 231 mil tablets,  avança a consultora IDC.

Estes números fazem com que 2013 fique para a história como o ano em que se venderam mais tablets do que PC (637 mil contra 627 mil).

Perspectiva-se, portanto, que em 2014 as vendas do tablets cresçam 18%, para as 742 mil unidades, enquanto os smartphones também vão de vento em popa: 2,5 milhões de equipamentos vão ser adquiridos, o que simboliza um aumento de 13% em relação ao período homólogo.

Tudo isto quer dizer que, após cinco anos de retracção, 2014 marca, definitivamente, o regresso ao crescimento do mercado das tecnologias de informação. Já o mercado das telecomunicações terá que se debater com o seguinte binómio: quebra de receitas nos serviços de voz (móvel e fixo), reequilibrada com o aumento de facturação no tráfico de dados.

Imprensa diária ainda faz sentido?

Semanário Expresso, 23 de Março de 2013

Semanário Expresso, 23 de Março de 2013